A preocupação com as consequências das intensas chuvas que afetaram Minas Gerais ganhou novo alento. A partir desta segunda-feira (9), a Defensoria Pública da União (DPU), em colaboração com a Defensoria Pública Estadual de Minas Gerais, inicia um importante atendimento aos moradores de várias localidades atingidas. Este movimento é fundamental para ajudar as famílias a superar as adversidades causadas pelas intempéries recentes.
Ao longo dos dias 9 a 11 de março, a equipe realizará atendimentos em Juiz de Fora, focando em três bairros distintos. Na segunda-feira (9), será na Praça do Linhares, bairro Antônio Vilela; na terça-feira (10), as atividades se deslocam para o bairro Vitorino Braga, enquanto a quarta-feira será reservada para o bairro Jardim Natal.
Em outra frente, a cidade de Ubá (MG) também recebe o suporte importante das defensorias. Nos mesmos dias, o atendimento acontece na sala da Defensoria Pública Estadual de Minas Gerais, situada no fórum local na avenida Senador Levindo Coelho, número 735, sala 215, no bairro Novo Centro.
Como os moradores de Matias Barbosa estão sendo assistidos?
Para Matias Barbosa (MG), o suporte inicia logo após, de 11 a 13 de março, proporcionando orientação essencial na Câmara Municipal, rua Solano Braga, número 380, no bairro Parque dos Sabiás. Esse atendimento é crucial para reestabelecer a normalidade aos moradores após a tragédia natural.
Quais serviços são oferecidos durante o atendimento?
Os defensores públicos, tanto federais quanto estaduais, trazem na bagagem uma diversidade de serviços que prometem aliviar as dificuldades das comunidades atingidas. Os pontos de apoio oferecerão:
- Orientação sobre benefícios sociais;
- Acesso a programas assistenciais;
- Regularização de documentos;
- Medidas de apoio para a reconstrução das vidas afetadas.
Qual a extensão dos danos e mortes causadas pelas chuvas?
Os eventos catastróficos causados pelas chuvas intensas na Zona da Mata Mineira, ao fim de fevereiro, resultaram na morte de 72 pessoas. Em Juiz de Fora, 65 vidas foram ceifadas, enquanto em Ubá o número foi de sete. Os desafios gerados por deslizamentos, desmoronamentos e transbordamentos demandam respostas urgentes e eficazes como as oferecidas pelas defensorias.
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Com informações da Agência Brasil